A muito não posto aqui...
blog não tão bem sucedido dá nisso =(
Mas vamos lá...
Ano que vêm, eleições em Goiás (e no resto do Brasil, é claro), coronéis na disputa e eleitorado manipulado. É 2010. Infelizmente creio numa vitória tucana, não que eu quisesse o PMDB no governo, que por muito tempo também feriu o estade Goiás. Mas como meus ideais anarquistas vão contra a coerção, não vou atacar X ou Y, mas peço a você Goiano do pé rachado e do saco roxo, abra seus olhos.
PS: Eu disse que meus ideais vão contra a coerção, mas já que os de KAJURU não vão, aqui posto um link para o download do Dossiê K, de sua autoria e proibido no Brasil.
http://www.badongo.com/file/5333402
Enjoy
domingo, 29 de novembro de 2009
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Berlim 1989: soçobra o socialismo real. Nova York 2008: fracassa o capitalismo neoliberal
Depois de Berlim, Nova York
Gostaria que os tempos fossem bem menos propícios para os especuladores do que para os economistas. Convém escolher com cuidado os vilões. Creio que a lista tenha de começar pelos grandes sacerdotes da religião do deus mercado. Está na moda dizer que os economistas falharam sinistramente nas suas análises. Nem todos.
Indispensável é reservar um capítulo especial para os jornalistas que no Brasil deitam falação sobre economia no vídeo e nas páginas impressas. Nos últimos anos atingiram um grau de prosopopéia nunca dantes navegado. CartaCapital orgulha-se de veicular nesta edição uma sugestão de Nirlando Beirão na sua seção Estilo: que as senhoras e os senhores acima tirem longas férias. E por que não, digo eu, aposentá-los?
Há os vigários e há quem caiu em seu conto. A crise pune os crédulos com ferocidade. Sabemos de antemão que muitos entre os vendedores de fumaça sairão incólumes da monumental enrascada. Como indivíduos, ao menos. E assim caminha a humanidade. Resta o fato, contudo: mais um muro ruiu. O outro muro. Wall em língua inglesa, idioma do império.
Quando o Muro de Berlim caiu debaixo das picaretas libertadoras, há 19 anos, proclamou-se o fracasso do chamado socialismo real. Agora cai o wall nova-iorquino e se busca, em desespero, a reestruturação de um Estado forte depois da ola global das privatizações. Quem fracassa no caso? No mínimo, o capitalismo neoliberal.
Na queda de Berlim, soçobra a URSS. E na queda de Nova York? O império de Tio Sam, descalço, exibe os pés de argila. Dezenove anos atrás não faltou quem, enquanto esfregava as mãos de puro contentamento, decretasse o fim das ideologias, como se não houvesse mais espaço para as idéias. E agora, que dizer? Que o neoliberalismo foi jogada do acaso, despida do apoio de qualquer idéia? Se for assim, concluiremos que resultou de uma soberba insensatez. O que, de alguma forma, faz algum sentido. O monstro criado virou-se contra os criadores. Talvez não passassem de aprendizes de mágico: conhecem o abracadabra desencadeador, mas não sabem pôr fim à magia desastrada.
Falemos do pretenso fim da ideologia. Quem sustenta mostra seus limites. Gostaria de dizer, porém, que antes ainda da idéia vem a ética. É por aí que se abre a chance de sair da selva e escapar às suas leis. É possível o ser ético em um mundo que acentua as desigualdades? Ou aceitar a miséria, a doença, a fome, a degradação humana como coisas da vida?
Cada qual faça suas escolhas ideológicas. Para ficar no campo da economia política, que seja marxista, keynesiano, schumpeteriano etc. etc., desde que o propósito não se limite à garantia da liberdade e busque a igualdade sem o temor do anátema dos donos do poder, que o pretenderá subversivo, terrorista, comunista e por aí afora.
A liberdade sem igualdade tem valor escasso e limites escancarados. Quando, no caso do endeusamento do mercado, não se torna, automaticamente, fator decisivo da desigualdade. Em detrimento do gênero humano em peso. A lição nunca foi tão atual.
fonte: http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=7&i=2409
Gostaria que os tempos fossem bem menos propícios para os especuladores do que para os economistas. Convém escolher com cuidado os vilões. Creio que a lista tenha de começar pelos grandes sacerdotes da religião do deus mercado. Está na moda dizer que os economistas falharam sinistramente nas suas análises. Nem todos.
Indispensável é reservar um capítulo especial para os jornalistas que no Brasil deitam falação sobre economia no vídeo e nas páginas impressas. Nos últimos anos atingiram um grau de prosopopéia nunca dantes navegado. CartaCapital orgulha-se de veicular nesta edição uma sugestão de Nirlando Beirão na sua seção Estilo: que as senhoras e os senhores acima tirem longas férias. E por que não, digo eu, aposentá-los?
Há os vigários e há quem caiu em seu conto. A crise pune os crédulos com ferocidade. Sabemos de antemão que muitos entre os vendedores de fumaça sairão incólumes da monumental enrascada. Como indivíduos, ao menos. E assim caminha a humanidade. Resta o fato, contudo: mais um muro ruiu. O outro muro. Wall em língua inglesa, idioma do império.
Quando o Muro de Berlim caiu debaixo das picaretas libertadoras, há 19 anos, proclamou-se o fracasso do chamado socialismo real. Agora cai o wall nova-iorquino e se busca, em desespero, a reestruturação de um Estado forte depois da ola global das privatizações. Quem fracassa no caso? No mínimo, o capitalismo neoliberal.
Na queda de Berlim, soçobra a URSS. E na queda de Nova York? O império de Tio Sam, descalço, exibe os pés de argila. Dezenove anos atrás não faltou quem, enquanto esfregava as mãos de puro contentamento, decretasse o fim das ideologias, como se não houvesse mais espaço para as idéias. E agora, que dizer? Que o neoliberalismo foi jogada do acaso, despida do apoio de qualquer idéia? Se for assim, concluiremos que resultou de uma soberba insensatez. O que, de alguma forma, faz algum sentido. O monstro criado virou-se contra os criadores. Talvez não passassem de aprendizes de mágico: conhecem o abracadabra desencadeador, mas não sabem pôr fim à magia desastrada.
Falemos do pretenso fim da ideologia. Quem sustenta mostra seus limites. Gostaria de dizer, porém, que antes ainda da idéia vem a ética. É por aí que se abre a chance de sair da selva e escapar às suas leis. É possível o ser ético em um mundo que acentua as desigualdades? Ou aceitar a miséria, a doença, a fome, a degradação humana como coisas da vida?
Cada qual faça suas escolhas ideológicas. Para ficar no campo da economia política, que seja marxista, keynesiano, schumpeteriano etc. etc., desde que o propósito não se limite à garantia da liberdade e busque a igualdade sem o temor do anátema dos donos do poder, que o pretenderá subversivo, terrorista, comunista e por aí afora.
A liberdade sem igualdade tem valor escasso e limites escancarados. Quando, no caso do endeusamento do mercado, não se torna, automaticamente, fator decisivo da desigualdade. Em detrimento do gênero humano em peso. A lição nunca foi tão atual.
fonte: http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=7&i=2409
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
TGA
Teoria Geral da Administração
Capítulo 15, Tecnologia e Administração
Resenha
CHIAVENATO, Idalberto, Introdução à Teoria Geral da Administração(Cap. 15 Tecnologia e Administração) 7° edição. Rio de Janeiro: Elsevier,2003
Idalberto Chiavenato, PhD. Em Administração de empresas pela Universidade de Los Angeles é um dos mais respeitados autores brasileiros na área de Administração. Sua bibliografia abrange mais de20 livros de destaque no mercado, além de uma infinidade de artigos em revistas especializadas.
Introdução à Teoria Geral da Administração é uma obra destinada aos acadêmicos de Administração, oferecendo uma base teórica e conceitual. Aqui será tratado o capítulo “Tecnologia e Administração” onde o autor busca mostrar a influência da tecnologia na moderna administração.
De início, Chivenato ressalta que a tecnologia sempre influenciou poderosamente o funcionamento das organizações, e nos introduz à Cibernética, uma ciência jovem que foi assimilada pela Tecnologia da informação. Surgiu como uma Teoria interdisciplinar para relacionar todas as ciências e permitiu que cada uma utilizasse conhecimentos desenvolvidos pelas outras. No conceito de cibernética, Chiavenato faz uma citação de uma frase de Bertalanfy: “ A Cibernética é uma teoria dos sistemas de controle baseada na comunicação (transferência de informação) entre sistema e meio, e dentro do sistema e do controle (retroação) da função dos sistemas com respeito ao Ambiente.”
Afirmando que os conceitos desenvolvidos na Cibernética são utilizados na teoria administrativa, Chiavenato diz que Sistema é um conjunto de elementos dinamicamente relacionados, formando uma atividade para atingir um objetivo. São representados por modelos (representação simplificada da realidade)
Conceitos de sistemas como input (insumos para operar), output (resultado da operação), caixa negra (elementos desconhecidos), feedback (retroação) e homeostasia (equilíbrio pelo auto controle) são comuns na linguagem administrativa.
Sobre Teoria da Informação(ramo da matemática que utiliza o calculo da probabilidade), Chiavenato frisa a visão ampla dos fenômenos de informação e comunicação dentro das organizações que ela proporciona.
Mas o principal objetivo de Chiaventao no Capítulo é mostrar como as conseqüencias da Cibernética agiram fortemente na Administração, como a informatização e automação dando nascimento ao homo digitalis, aquele cujas transações com seu meio ambiente são realizadas predominantemente pelo computador.
Capítulo 15, Tecnologia e Administração
Resenha
CHIAVENATO, Idalberto, Introdução à Teoria Geral da Administração(Cap. 15 Tecnologia e Administração) 7° edição. Rio de Janeiro: Elsevier,2003
Idalberto Chiavenato, PhD. Em Administração de empresas pela Universidade de Los Angeles é um dos mais respeitados autores brasileiros na área de Administração. Sua bibliografia abrange mais de20 livros de destaque no mercado, além de uma infinidade de artigos em revistas especializadas.
Introdução à Teoria Geral da Administração é uma obra destinada aos acadêmicos de Administração, oferecendo uma base teórica e conceitual. Aqui será tratado o capítulo “Tecnologia e Administração” onde o autor busca mostrar a influência da tecnologia na moderna administração.
De início, Chivenato ressalta que a tecnologia sempre influenciou poderosamente o funcionamento das organizações, e nos introduz à Cibernética, uma ciência jovem que foi assimilada pela Tecnologia da informação. Surgiu como uma Teoria interdisciplinar para relacionar todas as ciências e permitiu que cada uma utilizasse conhecimentos desenvolvidos pelas outras. No conceito de cibernética, Chiavenato faz uma citação de uma frase de Bertalanfy: “ A Cibernética é uma teoria dos sistemas de controle baseada na comunicação (transferência de informação) entre sistema e meio, e dentro do sistema e do controle (retroação) da função dos sistemas com respeito ao Ambiente.”
Afirmando que os conceitos desenvolvidos na Cibernética são utilizados na teoria administrativa, Chiavenato diz que Sistema é um conjunto de elementos dinamicamente relacionados, formando uma atividade para atingir um objetivo. São representados por modelos (representação simplificada da realidade)
Conceitos de sistemas como input (insumos para operar), output (resultado da operação), caixa negra (elementos desconhecidos), feedback (retroação) e homeostasia (equilíbrio pelo auto controle) são comuns na linguagem administrativa.
Sobre Teoria da Informação(ramo da matemática que utiliza o calculo da probabilidade), Chiavenato frisa a visão ampla dos fenômenos de informação e comunicação dentro das organizações que ela proporciona.
Mas o principal objetivo de Chiaventao no Capítulo é mostrar como as conseqüencias da Cibernética agiram fortemente na Administração, como a informatização e automação dando nascimento ao homo digitalis, aquele cujas transações com seu meio ambiente são realizadas predominantemente pelo computador.
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